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| Fernanda Serafim é cientista social e professora (Foto: Reprodução/Facebook) |
Outra feminista convicta aqui no Mulheres Inspiradoras. Desta vez, é a cientista social e professora da rede estadual de ensino de Mato Grosso do Sul, Fernanda Serafim, de 30 anos.
Observadora e sensível, ela luta contra o machismo diariamente. Para ela, as escolas são espaço público de atuação política e ser professora exige comprometimento com os direitos sociais.
Neste espaço, Fernanda falou sobre respeito, preconceito e o que a deixa indignada.
Lembrando que nesta seção "Ping-Pong", as perguntas são curtas, muitas vezes apenas vocábulos, mas a entrevistada tem a liberdade de responder o quanto quiser, como achar melhor e, de preferência, com aqueles primeiros pensamentos que vem à mente ao se deparar com a palavra. Confira!
1-Patriarcado:
Enquanto conceito utilizado pelo Movimento Feminista, dentro e fora das discussões acadêmicas, para a análise histórica da desigualdade de gênero, o patriarcado corresponde a um sistema integrado de instituições e relações sociais fundamentado na manutenção da dominação social-histórica da mulher pelo homem.
Etimologicamente, sua origem está no grego e significa o poder do pai, ou a centralidade da organização da vida em sociedade a partir do poder do homem. Em outras palavras, a partir da construção de uma sociedade hierárquica, em que a possibilidade das decisões políticas, sociais, econômicas e culturais estão centralizadas na satisfação e privilégio do gênero masculino, as mulheres são oprimidas desde suas relações imaginárias e subjetivas com o corpo e a psique até o acesso às condições sociais de transformação dessa opressão em liberdade.
Etimologicamente, sua origem está no grego e significa o poder do pai, ou a centralidade da organização da vida em sociedade a partir do poder do homem. Em outras palavras, a partir da construção de uma sociedade hierárquica, em que a possibilidade das decisões políticas, sociais, econômicas e culturais estão centralizadas na satisfação e privilégio do gênero masculino, as mulheres são oprimidas desde suas relações imaginárias e subjetivas com o corpo e a psique até o acesso às condições sociais de transformação dessa opressão em liberdade.





